Liane Rodrigues
A impressão que tive da visita à famosa Vila Brás, local aonde se desenvolve o jornal impresso da cadeira de redação experimental foi nelhor do que que pensava. Digo famosa porque há alguns semestres a tal atividade jornalística dá o que falar pelos corredores e salas de aula do Centro 3, da Unisinos. Ao chegar na Brás confesso que encontrei muitas histórias que poderiam se tornar boas pautas para meu trabalho, no entanto, teria que achar entre tantas, algo que me instigasse.
Na avenida principal me deparei com um comércio de mil e uma utilidades, como diria o velho ditado marqueteiro, em que um jovem sorridente trabalha como gente grande. O negócio que passou de avó para o pai e do pai futuramente passará para o filho denominei, negócio de família. Chama-se Bazar Lôlô, lugar que vende mais do que objetos e presentes, mas que faz parte do sonho de Cícero Silva.
No decorrer da entrevista percebi que existe grande perspectiva por parte jovem em dar continuidade ao comércio que é a fonte de renda da família Silva. É mais um exemplo de como muitos jovens seguem suas vidas nas periferias brasileiras, dividindo seu pouco tempo entre escola e trabalho.
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