Na segunda saída eu procurei andar pela Vila Brás e conhecer os loteamentos custeados pela Trensurb, por causa da remoção das famílias que moravam na Av. Mauá, onde passará o trem. De certa maneira você se sente feliz em saber que a maioria de quem habitava aquelas residências todas iguais está bem melhor do que na casa anterior. Chamou-me a atenção que as casas nas faces mais curtas das quadras eram térreas e tinham rampa de acesso com corrimão.
Um homem me contou que gostaria de ver sobre estas casas especiais no Enfoque Vila Brás. Não peguei o nome dele. Isso me faltou na hora de falar para os professores. Quando desci do ônibus, fui direto para os loteamentos. Parecia que conseguiria facilmente algumas fontes para minha matéria. Não foi bem assim. Um homem que morava em uma dessas casas era cego. Mas não estava em casa.
Uma senhora com dificuldades para se locomover também na encontrei. Cheguei a pensar em outra coisa. Foi aí que encontrei o homem que me falou sobre as casas especiais de um casal de idosos. Fui muito bem recebido pelo seu* Godolfino e a dona* Eva. Certifiquei-me mais uma vez com a dificuldade que muitos brasileiros têm na vida. Principalmente os menos esclarecidos e idosos. Pelo menos a casa dele foi feita com certas preocupações em relação à suas dificuldades para andar.
Desta pauta eu gostei. Talvez tenha sido a mais interessante das três. Novamente o exercício com pouco espaço foi desafiador. É sempre um pouco incômodo ter de escrever pouco, mas estou acostumado já. Ficam muitas lições e boas lembranças destas três saídas, dos professores, das aulas, das edições na Agex, da turma e da Brás...
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