sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A segunda ida à Vila Brás

Débora Soilo

Pensei que na segunda ida a Vila Brás estaria mais tranquila, com uma pauta já em mente. Que nada, parece que a coisa complicou! A cada possibilidade de fonte, uma frase que desanimava: “Já fui entrevistado”, e a pauta caia.

Até que me lembrei de, logo que chegamos à Brás, avistar ainda do ônibus, um ponto comercial em que a tatuagem era o negócio. Achei interessante e fui até lá. Pauta garantida, ninguém o tinha entrevistado ainda.

Jeremias Martins é o tatuador, e logo no início da conversa com ele se via a empolgação no negócio, que tem pouco mais de cinco meses. Ele se diz apaixonado pelo que faz e tem motivação para ampliar seu trabalho!

O tatuador leva até a Vila Brás a moda mais cultuada em todo o mundo e se satisfaz com isso. Exemplos como o de Jeremias são muito comuns na Brás: pessoas que correm em busca de um sonho, de uma meta a ser traçada, sem medo do que vem depois, apenas com a coragem e a esperança de que tudo dará certo.

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