Começando novamente o semestre, cadeira de jornalismo experimental em jornal plena sexta-feira, dois professores, uma turma imensa e o desafio de partir até a Vila Brás em busca do premeditado, do diferente, de algo novo. Conversa e mais conversa afinal ninguém conhecida o local para onde iríamos. Porém estávamos todos dispostos e com ‘quase’, pois não tínhamos a pauta, tudo certo.
Apesar de ser sábado a galera estava animada e atenta aos últimos detalhes á serem resolvidos. Ok, tudo certinho agora? Então vamos em frente! Estar em um lugar desconhecido, com pessoas desconhecidas e necessitar algo se tornou bastante complicado, mas não impossível.
Caminhar e caminhar, praticamente uma manhã de atleta, solão no rosto e nada para reclamar ou para agradecer. Comunidade tímida e satisfeita! Ê maravilha, vamos embora então? Não!
Ao conversar com uma comerciante passa um ‘vulto’ empolgado, cantando, dançando e comprimento á todos. Eis a dúvida: Quem era? Questionamos a moça e prontamente respondeu. ‘Este é o Da hora’. Todos conhecemos a velha história que a esperança é sempre a última que morre, então, agora foi dada a largada para segunda etapa da vida de atleta/jornalista, a corrida para alcançar o ‘Da hora’.
Percorremos mais várias quadras e encontramos muitos brechós, mini mercados, uma festa agostina ao invés de junina, ruas sem calçamento, e a população mais participativa. Em uma primeira visita, fica o aprendizado de que é sempre bom conhecer novos lugares e realidades. Entretanto, para a próxima ida levarei um protetor solar (tomei um torrão no rosto) e tentarei não perder a voz outra vez.


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